O quadro de turnos vive num Excel que só quem o criou entende. Cada alteração é avisada por WhatsApp, ninguém sabe qual é a versão correta e, na sexta-feira, alguém aparece a uma hora que não lhe competia. Se isto lhe soa familiar, a transição para um sistema digital não é um capricho tecnológico: é deixar de perder duas horas por semana a organizar a mesma coisa.