É um paradoxo comum na gestão de equipes: ouvimos "nos falta gente" e "nos sobra gente" quase ao mesmo tempo, e ambas as afirmações podem ser verdadeiras, dependendo do momento ou da faixa horária. Dimensionar uma equipe não é uma questão de intuição; é um cálculo preciso. A verdadeira dificuldade não reside na aritmética, mas em estabelecer suposições corretas (picos de demanda, ausências previstas, habilidades necessárias) e validá-las constantemente com dados reais.