Você comprou o checador de impressão digital, parafusou-o ao lado da porta e cadastrou os 30 funcionários em cinco minutos. Confortável, barato, ninguém empresta seu cartão. O que quase ninguém lhe disse quando o venderam: essa impressão digital é um dado pessoal sensível, e a lei mexicana obriga você a tratá-la com um cuidado que o manual do aparelho nem menciona.