Em um bar, a jornada não é uma linha reta. Entra o pessoal da manhã, sai antes do almoço, volta o do turno dividido às 19h, no fim de semana entra gente que não estava na escala e na segunda-feira alguém não apareceu. Levar isso em um caderno ou na cabeça do gerente é uma receita para o conflito: horas extras que ninguém anotou, folgas que são devidas e ninguém sabe quantas, e um contracheque que o funcionário olha com desconfiança. Aqui explico como funciona o controle de ponto em restaurantes, bares e hotéis na Argentina, o que a normativa exige e por que o registro de ponto deixa de ser um capricho quando a atividade é regulada pelo convênio gastronômico.