Em um hospital, uma lacuna na cobertura não é um problema administrativo: é um risco assistencial. Se a enfermeira do turno noturno não chega e ninguém soube até as onze da noite, há um andar de pacientes com menos mãos do que o necessário. Conto como se organiza o controle de assiduidade em uma operação que nunca fecha, e por que o relógio de ponto por impressão digital na entrada não é suficiente.