Em uma obra não há relógio de ponto parafusado na parede, não há um balcão com recepcionista e, muitas vezes, não há nem sinal de celular decente. O mestre de obras anota à mão em um caderno quem chegou, e esse caderno é toda a prova que a construtora tem quando um trabalhador a processa. Já vi isso terminar mal muitas vezes. Aqui está como levar o registro de assiduidade do pessoal de obra a sério, com a normativa mexicana em mãos.