O relógio de ponto biométrico na entrada funciona para quem chega ao escritório. E os que nunca chegam? O vendedor que começa o dia de casa rumo ao primeiro cliente, o técnico que repara equipamentos a 60 quilômetros da matriz, o entregador que faz 30 paradas, o supervisor de rota que visita seis filiais. Essas pessoas nunca passam pelo relógio de ponto, e ainda assim sua jornada precisa ser registrada. Este artigo trata de como fazer isso corretamente, sem transformar o aplicativo da empresa em um GPS espião.