Quando a reforma cai sobre você, a última coisa que você quer é perceber que seus 80 contratos estão redigidos para 48 horas e ninguém na sua empresa sabe por onde começar. Vejo isso diariamente em empresas médias: o patrão assume que publicar um memorando basta, o contador pensa que a mudança acontece sozinha e o responsável por Recursos Humanos não tem ideia do que assinar primeiro. Resultado: contratos pela metade, IMSS mal cotizado e uma demanda potencial por trabalhador que não assinou nada. Aqui deixo o procedimento limpo, em cinco passos, com os artigos da LFT que vão salvar sua pele.