O operário chega, passa o cartão pelo leitor na entrada, ouve-se um sinal sonoro e entra no seu posto. Três segundos. Nenhum telemóvel, nenhuma impressão digital, nenhuma cara digitalizada. Para um armazém com cem pessoas a entrar em quinze minutos, essa rapidez não é um luxo: é a diferença entre um sistema que é utilizado e um que as pessoas evitam.