Um funcionário falta três dias, volta e te entrega um papel escrito à mão por um médico que você não conhece, sem carimbo, datado do dia em que retornou. Vale? Você tem que pagar? Pode descontar? Esta cena se repete todas as semanas em qualquer PME argentina, e a resposta depende de algo que quase ninguém tem claro: o que diz a LCT sobre justificar uma falta e qual documento a sustenta. Aqui eu desmonto peça por peça.