A discussão da jornada de 40 horas no México deixou há muito tempo de ser uma disputa entre patrões e trabalhadores. Hoje é uma disputa entre sindicatos. Os grandes corporativos sindicais herdados do século XX jogam de um lado; os sindicatos independentes e as centrais mais novas jogam de outro. Quem segue a reforma apenas pelos comunicados oficiais perde o verdadeiro xadrez. Aqui está a postura de cada bloco, com nomes e argumentos.
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Boletín · Actualidad
Reforma de 40 horas: postura da CTM, CROC e sindicatos no México
Como a CTM, a CROC, a UNT e a Nueva Central estão se posicionando diante da reforma de 40 horas no México. Quem pede gradualidade, quem exige implementação imediata e o que cabe ao trabalhador na negociação.
28 de maio de 20268 min de lectura de leitura
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