O tema do sétimo dia com a nova jornada de 40 horas tornou-se a batata quente das conversas entre patrões e contadores no México. O que parecia um cálculo simples de toda a vida, hoje ficou travado em um ponto que nem o congresso nem a STPS quiseram esclarecer com letras claras: se o trabalhador labora cinco dias em vez de seis, continua-se pagando o famoso dia de descanso completo, ou o patrão pode recalcular o salário diário sobre os dias efetivamente trabalhados? A dúvida não é menor: representa entre 14% e 16% do salário semanal de cada trabalhador. Aqui desmembro o tema com a lei na mão, os dois lados enfrentados e um exemplo numérico que qualquer dono de PME pode levar para seu escritório.