Quase todos os donos de PME com quem converso chegam com a mesma ideia fixa: "preciso de um relógio de ponto por digital na entrada". É a imagem mental de "controle de assiduidade" que trazemos há vinte anos. E às vezes é a decisão correta. Mas cada vez mais frequentemente é a cara, a arriscada e a que menos se adapta a como as pessoas trabalham hoje. Aqui vai a comparação sem rodeios: o relógio de ponto biométrico de hardware contra o app de assiduidade no telefone, para que você decida com números e não com costume.