Um restaurante pequeno tem entre 6 e 15 pessoas, turnos repartidos, entrada e saída dispersas, e nem tempo nem vontade de que o responsável passe a segunda-feira de manhã a copiar horas para um caderno. O problema é que a lei obriga a manter um registo exato, e a Inspeção do Trabalho sabe perfeitamente que o setor da hotelaria é um dos mais complicados nesse aspeto (de facto, dedica-lhe visitas em horários que não dedica a outros). O que vem a seguir: o que um software de registo de ponto precisa para funcionar de verdade na hotelaria, quanto custa e que sinais de alerta evitar.