A gestão de tempos está passando por uma transformação acelerada, impulsionada por três fatores-chave: uma crescente exigência de evidência e auditabilidade, uma maior complexidade operacional devido à mobilidade e aos turnos dinâmicos, e um foco mais profundo no bem-estar dos colaboradores, abrangendo a desconexão, a fadiga e a conciliação. A verdadeira preparação não consiste em adivinhar a próxima normativa, mas em construir um sistema flexível e resiliente capaz de se adaptar às mudanças constantes.