Hotelaria e Restauração

Gestão de equipas na hotelaria e restauração

Turnos partidos, cobertura e controlo de horários para restaurantes e hotéis

90%
Redução de incidentes
5min
Configuração por colaborador
24/7
Acesso a partir do telemóvel

Desafios no setor Hotelaria e Restauração

Problemas comuns que o Emplyx resolve

01

O quadro de turnos devora a tarde do responsável

Carlos gere o restaurante Boa Mesa há oito anos. Todas as quintas-feiras, quando fecha a cozinha, senta-se com um café e abre o mesmo Excel de sempre para fechar a semana. O que parece meia hora transforma-se em quatro: a Marta não pode às terças, o João pediu folga ao fim de semana, em agosto faltam dois pares de mãos. Às duas da manhã ainda está a mover células.

Na quinta-feira em que o Carlos ficou de cama com gripe, o restaurante percebeu o problema de verdade. Mais ninguém sabia construir aquele quadro. O segundo de cozinha tentou, mas o Excel era um hieróglifo de cores que só o Carlos entendia, e acabou com dois empregados a fazer turno duplo no sábado de maior movimento do mês. Esse conhecimento não estava em lado nenhum: estava na cabeça de uma única pessoa.

Com o Emplyx, o quadro deixa de ser o segredo do Carlos. Os horários arrastam-se sobre a semana, parte-se de um modelo que já funcionou e duplica-se a semana anterior com um clique. As regras de cada um — as terças da Marta, os descansos, as preferências — ficam guardadas dentro do sistema. O Carlos passa de quatro horas para dez minutos, e na quinta-feira em que voltar a ficar doente, qualquer membro da equipa pode fechar a semana sem que se note.

02

A baixa de última hora que parte o serviço ao meio

A Marina ligou ao Bar Marisol às onze da manhã de uma sexta-feira de agosto, com a voz de quem não queria ligar. A filha de dois anos tinha acordado com febre e quem a tomava conta não podia ficar. Não havia forma de entrar ao turno do almoço. O responsável desligou, olhou para o relógio e percebeu que tinha três horas para resolver um serviço completo de sala.

Começou a ronda de sempre: oito mensagens no grupo de WhatsApp e chamadas uma a uma. Duas pessoas responderam à uma e meia, quando a sala já estava a encher. O que transforma uma baixa numa crise não é a baixa: é não saber de imediato quem está livre, quem descansou o suficiente e quem quereria essas horas.

Com o Emplyx, esse espaço vazio publica-se numa bolsa de turnos e a notificação chega apenas a quem pode mesmo aceitá-lo: disponível, com o descanso legal cumprido e com o perfil adequado. O primeiro a aceitar pelo telemóvel fica com o turno. A Marina continua a ter de cuidar da filha, mas às onze e um quarto o turno está coberto e o responsável volta à sala em vez de passar a manhã ao telefone.

03

Pagar pessoal a mais nas horas mortas

A Luísa abriu o Restaurante Sol e Brasa com o irmão e, como quase toda a gente, montava o quadro copiando a semana anterior. Quatro pessoas em sala todas as tardes de semana, porque sempre foi assim. Até que num mês fraco se sentou a cruzar as vendas por franja com os turnos pagos.

As contas deixaram-na desconfortável: entre as quatro e as sete da tarde mal entravam duas mesas, e ela estava a pagar três turnos completos para as servir. Aos sábados, pelo contrário, a cozinha afundava na hora de ponta com a mesma equipa. O custo laboral na hotelaria ronda os 30-35% da faturação; cada hora mal colocada é margem que se perde, e cada lacuna na hora de ponta é uma mesa que vai embora sem pedir.

Com o Emplyx, a Luísa planifica por franjas, sobre a previsão de procura de cada tramo. Vê quantas pessoas precisa hora a hora e compara o custo do quadro com as vendas estimadas antes de o publicar. Não despediu ninguém: moveu as horas para onde estavam os clientes. Nenhuma cadeira vazia a pagar, nenhuma mesa à espera, e uma margem que no mês seguinte já se notava.

04

O setor mais inspecionado de Portugal

Um inspetor entrou na Tasca do Pátio numa sexta-feira às dez da noite, com a sala cheia. Pediu os registos de jornada do último mês. O dono foi buscar o caderno que guardavam junto à caixa e, enquanto o folheava à frente do inspetor, percebeu que faltavam duas folhas e que as horas não batiam certo com os contratos.

O auto lavrou-se ali mesmo, sem margem para corrigir nada. E não foi má sorte: o registo de jornada é obrigatório e a hotelaria e restauração concentra uma parte significativa das infrações da Autoridade para as Condições do Trabalho, com visitas-surpresa habituais ao fim de semana. Com a legislação em atualização constante, as sanções aplicam-se por cada trabalhador afetado.

Com o Emplyx, o registo é digital a partir do telemóvel, de um tablet ou de um QR na entrada, e deixa um registo horário fiável que não se pode alterar depois. O registo conserva-se os quatro anos que a lei exige e exporta-se em segundos. Da próxima vez que entrar um inspetor numa sexta à noite, mostrar o registo é uma questão de meio minuto.

05

Horas extra que ninguém aponta e o recibo de vencimento não reflete

Na Cervejaria Dois Faróis, os empregados ficavam quinze ou vinte minutos depois do fecho a fechar o caixa e a arrumar. Era normal, toda a gente fazia, ninguém apontava. Até que a Ana, que tinha saído do local meses antes, reclamou essas horas: somando os retalhos de cada noite eram mais de sessenta horas sem pagar.

A empresa não tinha nada com que contestar, porque nunca tinha ficado registado. O "fica mais um bocadinho" repete-se em cada serviço e quase nunca se aponta. Com a legislação atual as multas por não registar bem aplicam-se por cada trabalhador afetado.

Com o Emplyx, o registo real compara-se automaticamente com o que diz cada contrato, e esses quinze minutos depois do fecho deixam de ser invisíveis. O sistema avisa quando alguém acumula horas a mais e deixa um registo auditável que alimenta diretamente o processamento de salários. Cada hora trabalhada conta e é paga: sem injustiças para a equipa e sem um buraco à espera na próxima inspeção.

06

A rotatividade que obriga a formar de raiz uma e outra vez

O dono do Gastrobar do Cais publicava o quadro ao domingo à noite para a semana que começava na segunda. Em seis meses passaram cinco ajudantes de cozinha; nenhum aguentou mais de uma temporada. Ele achava que era pelo salário, mas o último a sair, o David, foi claro ao despedir-se: não conseguia fazer planos com ninguém sem saber os turnos até ao domingo.

A rotatividade na hotelaria e restauração ultrapassa os 60% anuais, e cobrir cada vaga que aparece custa entre mil e mil e quinhentos euros em seleção e formação. A causa mais repetida não é o salário: é o horário imprevisível e o caos ao planificar.

Com o Emplyx, o quadro publica-se com antecedência, é estável, respeita as preferências e distribui com equidade os bons e os maus turnos. A equipa ganha algo que valoriza mais do que parece: saber quando trabalha e poder organizar a sua vida. As pessoas não saem por causa do salário, saem pelo caos, e um horário fiável é a forma mais barata de o David se ter ficado.

07

Incumprir o descanso entre turnos sem dar por isso

No Restaurante Porta Velha, o Roberto fechava às sextas-feiras à uma e meia da madrugada e entrava aos sábados ao turno do almoço. Há meses com essa rotina e nenhum alarme tinha disparado, até que ele próprio o disse de passagem numa reunião de equipa. Entre o fecho e a entrada seguinte não havia nem doze horas: o quadro incumpria a lei sem que ninguém a isso se tivesse proposto.

A legislação exige doze horas de descanso entre jornadas, que a convenção pode reduzir a dez em época alta. Com turnos partidos, isto viola-se muitas vezes sem má intenção, e o erro não se vê ao montar o quadro: aparece num processamento de salários, numa reclamação ou numa inspeção, sempre quando já não há margem.

Com o Emplyx, o próprio planificador avisa ou bloqueia no momento de criar um turno que quebra o descanso mínimo, o descanso semanal ou a jornada máxima. O problema corta-se antes de existir. É a diferença entre um quadro que protege o Roberto e o negócio enquanto se planifica, e um onde a falha se descobre quando chega a carta da sanção.

08

Não saber o que custa a equipa até ao processamento de salários

O Sérgio, responsável de um restaurante de bairro de média dimensão, fechava o quadro todas as semanas sem fazer ideia do que ia custar. O número aparecia no fim do mês, no processamento de salários, quando já não se podia mudar nada. Nalguns meses o custo de pessoal disparava acima dos 35% das vendas e ele nem sabia em que turnos se tinha escapado.

Planificar às cegas sobre o maior custo variável do negócio é arriscar a margem todas as semanas. Sem ver o custo enquanto se monta o quadro, o Sérgio decidia sem informação e os sustos chegavam sempre tarde, quando já estavam pagos.

Com o Emplyx, o quadro mostra o custo estimado em tempo real enquanto se monta, com a percentagem sobre as vendas previstas e um aviso ao ultrapassar o orçamento. O Sérgio decide com os números à frente, quando ainda pode mudar um turno. A margem deixa de ser uma surpresa de fim de mês e passa a ser algo que controla semana a semana.

09

Mudanças de turno que não chegam a quem têm de chegar

O Hotel Costa Verde mudou a Nuria do turno da tarde para o da manhã e comunicou-o pelo grupo de WhatsApp. Esse dia o grupo estava cheio de fotografias do aniversário de um colega, e a mensagem da mudança ficou soterrada entre vinte imagens. A Nuria chegou à sua hora habitual, à tarde, e a receção ficou sem cobertura na primeira hora da manhã.

Enquanto o quadro viver num quadro de cortiça ou num grupo de WhatsApp, isto vai continuar a acontecer. O quadro desatualiza-se, as mensagens perdem-se entre cem outras e o "não me avisaram" é impossível de rebater.

Com o Emplyx, cada colaborador tem o quadro no telemóvel, atualizado em tempo real. Qualquer mudança chega de imediato com uma notificação, e fica registado quem a leu. Acaba o "ninguém me disse nada": a Nuria teria visto a mudança assim que foi feita, e a receção não teria ficado vazia.

10

A convenção coletiva da hotelaria é um campo minado

A cadeia Boa Mesa abriu um segundo estabelecimento noutra região, entusiasmada com o crescimento. O que não viram vir foi que esse local se regia por uma convenção coletiva diferente da do primeiro. Durante meses aplicaram as regras de sempre por pura inércia, até que a consultora, numa revisão, detetou feriados mal pagos e limites de jornada que não correspondiam.

A convenção coletiva da hotelaria tem jornada máxima anual, distribuição irregular, feriados, trabalho noturno e categorias próprias. São muitas regras, mudam com frequência e aplicá-las manualmente em cada quadro é lento e fácil de errar. O resultado são dúvidas constantes com a consultora e incumprimentos por desconhecer um detalhe.

Com o Emplyx, essas regras — limites de jornada, feriados, trabalho noturno, descansos — estão integradas no motor que gera o quadro. O responsável planifica e a norma aplica-se automaticamente por baixo, também quando um novo estabelecimento traz a sua própria convenção. A convenção deixa de ser um PDF que ninguém relê e passa a estar dentro do quadro.

11

Cada coisa num sítio diferente

Quando a Patrícia entrou para gerir um grupo de três bares, encontrou a informação espalhada por quatro mundos que não comunicavam entre si: os turnos num Excel, os registos em folhas de papel, as férias acordadas por WhatsApp e a disponibilidade de cada colaborador na memória do responsável anterior, que já não estava.

Com a informação assim dispersa, os dados nunca batem certo, o trabalho duplica-se e nada está atualizado. A Patrícia tomava uma decisão a olhar para o Excel sem saber que as folhas de registo contavam uma história completamente diferente.

Com o Emplyx, quadro, registos, ausências, férias e disponibilidade vivem numa só plataforma, em tempo real. Olha-se para um único sítio e o que lá está é o que é. Acabam o duplo registo e as discrepâncias, e o responsável deixa de fazer de cola humana entre quatro ferramentas que se ignoram mutuamente.

12

O turno partido e a conciliação impossível

O Restaurante Sol e Brasa demorou dois meses a cobrir uma vaga de sala. Três candidatos recusaram assim que souberam o horário: turno partido do meio-dia às quatro e das oito à meia-noite. Uma delas disse sem rodeios: nove horas de trabalho, mas treze horas presa ao restaurante, sem tempo real para mais nada.

Não é um caso isolado. 60% dos candidatos recusa ofertas de hotelaria e restauração pelo turno partido, acima do salário. Isso deixa vagas abertas durante semanas e pessoas que aguentam uma temporada e saem, esgotadas de não ter vida entre serviço e serviço.

O turno partido vai continuar a existir, mas com o Emplyx vê-se como se distribuem os turnos partidos por toda a equipa, distribuem-se com equidade, rodam e publicam-se com antecedência. Quando o partido é previsível e ninguém carrega sempre com o pior, deixa de ser o motivo pelo qual as pessoas recusam o posto ou saem ao fim de três meses.

13

A época alta ganha-se em maio, não em agosto

O verão do ano passado apanhou um restaurante de praia de surpresa. Em agosto, com o local a rebentar, descobriram que dois empregados tinham as férias sobrepostas, que ninguém tinha contado uma baixa previsível e que faltavam mãos precisamente nas semanas de maior faturação. Teve de se recorrer a extras caros, contratados à pressa e sem tempo de formar.

Chegar à época alta a improvisar significa pagar a mais e dar pior serviço precisamente quando mais se fatura. Esse sobrecusto e esse desgaste da equipa podiam ter sido evitados meses antes.

Com o Emplyx, a gestão de férias deteta as sobreposições no momento de as aprovar, e a época planifica-se com antecedência, sobre dados e não à pressa. O registo rápido de reforços faz o resto quando de facto toca reforçar. O verão chega resolvido, porque a época alta ganha-se em maio, que é quando se decide.

14

Vários estabelecimentos geridos às cegas

A cadeia Boa Mesa tinha um estabelecimento no centro que estava a rebentar de trabalho aos fins de semana e outro de bairro com a equipa de braços cruzados. Cada responsável planificava o seu como uma ilha, sem ver o que se passava no outro, e em toda a temporada ninguém moveu uma única pessoa de um sítio para o outro.

Sem visibilidade cruzada, um estabelecimento queima a equipa enquanto o outro paga pessoal sem trabalho. Os custos não se podem comparar, as boas práticas de um local não chegam ao outro e o reporte à Direção faz-se manualmente, tarde e mal.

Com o Emplyx, a Direção vê todos os estabelecimentos numa só ecrã, com colaboradores que podem trabalhar em vários centros e a comparativa de custo laboral estabelecimento a estabelecimento. A equipa equilibra-se onde de facto faz falta, e gerir cinco estabelecimentos deixa de ser cinco problemas soltos para passar a ser uma só operação sob controlo.

Conformidade legal garantida

Tudo o que precisa para estar em dia com a regulamentação

  • Registo horário com geolocalização
  • Rastreabilidade de turnos e mudanças
  • Exportáveis para inspeção laboral
  • Cumprimento da legislação na hotelaria e restauração

O que dizem os nossos clientes

Los turnos partidos de sala y cocina ya no son un rompecabezas. Emplyx avisa del descanso mínimo y planificamos la semana en una tarde.

Laura Méndez

Responsable de sala · Grupo Restaurador del Mediterráneo

Implantamos Emplyx en tres hoteles en menos de un mes. La Inspección ya nos pidió un exportable y lo generamos en dos minutos.

Javier Soto

Director de RRHH · Cadena hotelera costa este

El kiosco del office elimina los olvidos de fichaje del personal de cocina. Antes perdíamos dos horas cada cierre ajustando cuadros.

Marta Ruiz

Gerente · Restaurante Casa Antoni

Perguntas frequentes

¿Cómo gestiona Emplyx los turnos partidos de hostelería?+

Los turnos partidos se modelan como dos segmentos en el mismo día con descanso intermedio. El sistema calcula horas trabajadas, pausas y complementos automáticamente, respetando el convenio de hostelería y los descansos mínimos entre jornadas.

¿Puedo fichar desde la barra sin que el empleado tenga su móvil?+

Sí. Puedes habilitar un kiosco con tablet compartida en la barra o en el office, con fichaje por PIN, QR personal o NFC. Sin biometría de alto riesgo y cumpliendo la Guía de la AEPD sobre control de presencia.

¿Emplyx sirve para cadenas con varios restaurantes o hoteles?+

Sí. Gestiona registro horario multicentro con consolidación de informes, reglas por centro y permisos granulares para gerentes locales y dirección. La Inspección de Trabajo ve un registro digital único por empresa.

¿Cómo controlo las horas extra reales en días de alta ocupación?+

Emplyx compara fichaje real con cuadrante planificado y genera alertas de horas extra en tiempo real. Puedes aprobar su compensación (pago o descanso) y dejar evidencia completa ante una auditoría o inspección.

¿Cumple Emplyx con el registro horario obligatorio y la futura reforma digital?+

Sí. Los registros son digitales, inmutables, con audit trail completo y exportables en formatos estándar. Cumplen el RDL 8/2019 y los ocho requisitos técnicos que el borrador del Real Decreto de registro horario digital 2026 plantea.

¿Se adapta a convenios de hostelería autonómicos?+

Sí. Puedes configurar complementos de nocturnidad, plus por festivos, partidos, manutención y descansos específicos del convenio provincial o estatal de hostelería. Las bolsas de horas y la jornada anual también están contempladas.

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